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REGULAMENTO
do CAMPEONATO BRASILEIRO de ENDURO
de REGULARIDADE
OBJETIVO
1. Este
Regulamento destina-se a Provas de Enduro de Regularidade. O presente
Regulamento é válido para todas as etapas do Campeonato
Brasileiro de Enduro de Regularidade 2009.
DEFINIÇAO,
ORGANIZAÇAO, PROMOÇAO E SUPERVISAO
2. A
CBM fará realizar no ano de 2009, o Campeonato Brasileiro
de Enduro de Regularidade, que será disputado em 20 etapas.
REGULAMENTO
COMPLEMENTAR
3. O
Regulamento Complementar será confeccionado pela Direçao
de cada etapa e deve ser submetido a aprovaçao da Comissao
Nacional de Enduro. Deve ser divulgado até 10 dias antes
da competiçao e nao pode conter normas que firam o Regulamento
Geral do Campeonato.
Deve
conter OBRIGATORIAMENTE:
3.1.
Período, local e valor das inscriçoes;
3.2.
Data, hora e local do sorteio e entrega da planilha;
3.3.
Data, hora e local da largada (promocional e oficial), vistoria,
chegada e divulgaçao do resultado;
3.4.
Nome dos responsáveis pela Direçao e Organizaçao
da Prova;
3.5.
Penalizaçoes complementares, se necessárias, por problemas
de segurança;
3.6.
Membros do Júri de Prova, composto por;
01 Membro
da CBM (presidente)
02 Membros
da Federaçao
02 Membros
do Clube organizador
(nao
deverao fazer parte do júri os diretores de prova, organizadores)
É
desejável que contenha:
3.7.
Informaçoes a respeito de trechos específicos, testes
especiais, etc;
3.8.
Informaçoes sobre aferiçao da quilometragem (moto,
equipamento, pressao dos pneus, etc);
3.9.
Informar o nome do membro da organizaçao que irá participar
do JP (Júri de Prova);
3.10.
Local e hora (do primeiro concorrente), de abastecimento e neutro
de almoço;
3.11.
Informar o tipo de motocicleta que levantou o enduro.
PROVAS
4. Serao
válidas pelo Campeonato Brasileiro de Enduro, as competiçoes
indicadas pela CBM, e realizadas no Brasil.
4.1.
Para serem consideradas válidas para cada uma das categorias
no Campeonato Brasileiro as etapas indicadas deverao cumprir o que
segue, para cada categoria:
4.1.1.
Obedecer a este Regulamento e demais normas impostas pela CBM.
4.1.2.
Nao poderá haver anulaçao, por motivos técnicos
ou outros de mais do que 25% (vinte e cinco por cento) dos PC's
ativados.
4.1.3.
Por PC ativado, entende-se aquele em que tenha sido anotada a passagem
de pelo menos um concorrente.
4.2.
A apuraçao do resultado de cada etapa deverá ser,
obrigatoriamente, informatizada com utilizaçao de
Sistema homologado pela Diretoria Nacional de Enduro de Regularidade
da CBM e deve obrigatoriamente
dispor dos seguintes recursos:
4.2.1.
Imprimir a partir do programa de apuraçao a lista das horas
de passagem nos PC´s indicando quais registros estao inalterados
e quais registros foram alterados durante o processo de apuraçao,
permitindo assim auditoria já que é possível
confrontar esta lista impressa pelo programa de apuraçao
com as lista impressas diretamente da memória do coletor
de dados
4.3.
O Campeonato Brasileiro de Enduro 2007, somente será considerado
concluído após a realizaçao de, no mínimo,
10 (dez) etapas.
4.4.
Nao serao válidas etapas noturnas neste Campeonato.
4.5.
A prova poderá ser realizada em vários dias, valendo
uma etapa para cada dia.
4.5.1.
Cada etapa deverá Ter, no mínimo, 10 PC's de tempo
válidos.
CATEGORIAS
5. Todas
as Provas serao disputadas em 5 (cinco) categorias: MASTER, SENIOR,
OVER, JUNIOR e NOVATOS (válidas pelo Brasileiro).
GRADUAÇAO
Conforme
a Federaçao de cada Estado, salvo condiçoes abaixo:
5.1.
Os pilotos campeoes e vice-campeoes brasileiros, no ano imediatamente
anterior, das categorias Senior, Júnior e Novatos, terao,
obrigatoriamente de competir na categoria acima da que foi campeao,
independentemente de idade ou de sua graduaçao em seu estado.
5.2.
Os pilotos Master com idade acima de 35 anos, poderao optar em correr
na categoria Senior, salvo condiçoes descritas no item 6.1.
5.3.
A categoria OVER será constituída pelos pilotos maiores
de 40 anos, completos antes do início do campeonato, esta
categoria obedecer o critério idade, nao importado se tenha
sido campeao nesta categoria ou em outra do campeonato.
INSCRIÇAO
6.
Para pontuar nas Provas:
6.1.
Todo piloto que concorrer nas provas do Campeonato Brasileiro pontuará
automaticamente.
6.2.
A Federaçao organizadora da prova, repassará a CBM
R$ 17,00 (dezessete reais) por cada piloto inscrito na prova, cumulativamente
ao alvará de prova no valor de R$ 700,00 (setecentos reais).
6.3.
Ao assinarem a Ficha de Inscriçao, os pilotos eximem a CBM,
o Clube Organizador, os promotores e patrocinadores da Prova de
toda e qualquer responsabilidade por dano de qualquer espécie
que venha a causar a terceiros e/ou a si próprio, antes,
durante e após o desenrolar da competiçao.
6.4.
Todos os pilotos inscritos na prova devem, obrigatoriamente, estar
filiados a Federaçao organizadora e a CBM.
VISTORIA
7. O
piloto deve apresentar-se com sua motocicleta no local reservado
a vistoria, pelo menos 15 (quinze) minutos antes de sua hora ideal
de largada., ou conforme estabelecido no Regulamento Complementar.
7.1.
Para os pilotos, sao obrigatórios os seguintes itens: capacete,
óculos ou viseiras, luvas, botas e roupas resistentes.
7.2.
No capacete deverá estar escrito, em local visível
e de forma legível, o nome do piloto, grupo sangüíneo
e fator Rh.
7.3.
A moto deve estar em bom estado mecânico, e sistema de escape
com ruído dentro dos limites legais.
7.4.
O chassi da motocicleta poderá ser lacrado na vistoria, para
posterior conferencia do cumprimento do item "c" do art.
24.1.
7.5.
Poderá haver postos de vistoria, ao longo do percurso da
Prova.
7.6.
A direçao de prova poderá impedir a largada, ou continuaçao
na prova, de concorrente ou moto que nao apresentar-se em conformidade
com o que estabelece este Regulamento.
7.7.
Haverá PC de tempo ou de roteiro na vistoria, mas somente
serao penalizados os concorrentes que se atrasarem, até um
limite de 900 (novecentos) pontos que correspondem a mais de 15'05"
de atraso, ou conforme previsto no regulamento complementar.
7.8.
A Prova inicia-se no horário ideal do primeiro piloto ou
na abertura do PC de vistoria da largada (se houver) e encerra-se
somente após realizada a vistoria de chegada (entende-se
por prova cada etapa)
7.9.
O piloto poderá ser examinado clinicamente antes, durante
e após a competiçao, estando sujeito a desclassificaçao
da Prova, caso negue-se ao exame.
7.10.
O piloto poderá trocar de moto entre uma etapa e outra. Deve
fazer comunicaçao por escrito ao diretor de prova ou membro
da Organizaçao da Prova e proceder a vistoria da nova moto.
ORDEM
DE LARGADA
8.
A ordem de largada será conhecida através de sorteio
público semi-dirigido em data e local definidos no Regulamento
Complementar. A ordem do sorteio, obedecerá as colocaçoes
no atual campeonato, ou seja, serao sorteados os 5 primeiros colocados
(de cada categoria) e a seguir os demais. Esta ordem deverá
ser diferenciada entre as etapas. (ou invertendo a ordem de largada
ou invertendo grupos de largada ou através de novo sorteio).
8.1.
O intervalo de largada entre os concorrentes será definido
pela Direçao de Prova, nao podendo ser inferior a um minuto
para a categoria Master e nao inferior a 20 segundos para as demais
categorias.
8.2.
Deverao largar na ordem: MASTER, SENIOR, OVER, JUNIOR, NOVATOS e
outras categorias.
8.3.
A largada é de responsabilidade de cada participante, baseado
na hora oficial e na lista de largada fornecida pela organizaçao
da prova.
8.4.
Em principio as largadas serao automáticas. Porém,
quando o Regulamento Complementar informar que a Largada é
Manual, a organizaçao colocará um PC de LARGADA (roteiro
com tempo fixo) visando confirma a passagem do piloto no seu horário
ideal de largada. Nao largar no horário ideal perde 300 pontos.
PLANILHAS
9. A
planilha deverá fornecer: a quilometragem do trecho, a simbologia
(indicaçoes do roteiro), a velocidade média horária
de cada trecho, o tempo acumulado em cada PMM (Ponto de Mudança
de Média) e as observaçoes pertinentes a cada caso,
ESPECIALMENTE AS QUE INDIQUEM RISCOS PARA OS PILOTOS.
9.1.
Por trecho, entende-se o percurso situado entre dois pontos onde
o odômetro deva ser "zerado" e/ou a velocidade média
seja alterada.
9.2.
Serao fornecidas aos participantes, e somente a estes no início
da Prova, com pelo menos 60 (sessenta) minutos de antecedencia a
sua hora ideal de largada.
9.3.
Nao poderao ser entregues de forma parcelada na competiçao.
9.4.
Poderao conter médias para tempo seco e para chuva.
9.5.
Serao em formato ROLL BOOK , de largura 57mm (a 2mm), com comprimento
no mínimo de 25cm. Serao em formato ROLL BOOK de largura
57mm (a 2mm) sem emendas
9.6.
A simbologia deverá ser simples e clara, procurando mostrar
apenas o necessário a identificaçao do roteiro, obrigatoriamente
na seqüencia Km, desenho referencia, valor, tempo, observaçoes.
9.7.
Nos símbolos usados, a "bolinha", que identifica
a posiçao do concorrente, estará sempre na posiçao
inferior do diagrama.
9.8.
Os ângulos da simbologia deverao representar com a melhor
fidelidade possível, os ângulos reais das encruzilhadas
e bifurcaçoes.
9.9.
Os obstáculos que, por nao serem facilmente visíveis,
possam representar perigo para os pilotos, devem, OBRIGATORIAMENTE,
estar bem assinalados na planilha. Exemplo: arames esticados, cercas,
cancelas, valas, galhos, etc.
9.10.
A (s) entrada(s), desvios ou bifurcaçoes, de mesmo sentido
que situar(em)-se a menos de 50 m de alguma entrada, desvio ou bifurcaçao
pertencente ao roteiro (a ser referida na planilha) também
deverao constar da planilha, sob pena de cancelamento do PC.
9.11.
Os caracteres de indicaçao da quilometragem na planilha,
devem ter o tamanho mínimo de 22 na fonte arial do Microsoft
Word.
9.12.
A Organizaçao da Prova poderá recolher a planilha
no final da Prova, podendo o piloto sofrer penalizaçao de
300 pontos, desde de que devidamente avisado no Regulamento Complementar
da prova
INDICAÇOES
QUILOMÉTRICAS
10.
As medidas serao sempre em KM (quilômetros), com subdivisao
de 10 em 10 metros .
10.1.
As indicaçoes quilométricas referem-se sempre a posiçao
da bolinha, que é o local onde o levantador da prova estava
na hora em que visualizou e desenhou a planilha. Este ponto dista
cerca de 3 metros da referencia em questao. Por exemplo, no caso
de um cruzamento, a bolinha é um ponto imaginário
3 metros antes do cruzamento. Este é o ponto exato de aferiçao
do velocímetro, e calculo do PC, caso esteja nesta referencia.
Os PC's que forem anotados fora deste ponto, deverao ter seu tempo
corrigido para a nova referencia quilométrica. Isto deve
ser observado, principalmente em referencias que envolvem áreas
muito grandes, e ou médias horárias muito baixas.
10.2.
As velocidades serao dadas em km/h (quilômetros por hora)
e representadas por números inteiros.
10.3.
A velocidade média máxima em estradas de terra nao
poderá ser superior a 66 km/h , e em trechos de asfalto,
69 km/h , devendo-se evitar velocidades médias elevadas.
10.4.
Em hipótese alguma a velocidade média exigida no trecho,
poderá ser superior a permitida pelo Código de Trânsito
para o local.
10.5.
É proibido o uso de trajetos que conduzam aos concorrentes
percorrerem o mesmo trecho simultaneamente em contramao, a nao ser
em deslocamentos dentro de cidades ou estradoes.
IDENTIFICAÇAO
DO PILOTO
11.
Deverá ser feita através do jaleco (ou similar) numerado
a ser fornecido pela Organizaçao, e por sua Carteira de Habilitaçao
ou Identidade. O jaleco será facultativo. A Organizaçao
da Prova poderá solicitar a devoluçao do jaleco no
final da prova.
11.1.
Em caso de ausencia ou má visibilidade da numeraçao
oficial que identifica a moto ou o piloto, durante a competiçao,
o concorrente assume o erro de tomada de tempo, ou inexistencia
do registro de passagem nos Postos de Controle.
11.2.
Na categoria máster os números dos pilotos sao fixo
referente ao ano anterior.( Campeao corre com numero 01)
IDENTIFICAÇAO
DA MOTO
12.
Será feita através do numero do chassis e por numeraçao
adesiva que deverá ser fornecida pelo Organizador.
12.1.
A documentaçao da moto e do piloto é de única
e exclusiva responsabilidade do concorrente ou piloto.
CONSTITUIÇAO
DA PROVA
13.
A Prova será constituída de trechos de regularidade,
neutralizados, deslocamentos e testes especiais.
13.1.
Trecho de regularidade é o que tem definida a velocidade
média, e na qual cumpre ao piloto manter-se com a melhor
precisao possível.
13.2.
Neutralizado é um ponto do roteiro, em que é dado
um tempo de parada para o piloto.
13.3.
Deslocamento é um trecho em que é dado um tempo máximo
para ser percorrido. Nele, nao há média horária
definida, sendo normalmente usado para travessias de locais povoados,
sendo contudo, para efeito de calculo deste tempo, um valor de,
no máximo, equivalente a uma média de 30Km/h. Especialmente
nestes trechos o piloto deve observar, rigorosamente, as leis de
trânsito.
13.4.
Em casos de deslocamentos em asfalto ou vias rápidas, deverao
seguir as leis de trânsito vigentes no trajetos, com velocidade
nunca superiores a 80Km/h.
13.5.
Cada etapa do campeonato deverá ter, no mínimo, 5
horas de prova ou 150 Km de extensao.
TESTES
ESPECIAIS
14.
Poderao haver testes especiais de velocidade (TVE) e "Non Stop"
(TNS) durante as competiçoes, mas nao serao válidos
para pontuaçao no campeonato.
ALTERAÇOES
NO ROTEIRO
15.
No caso de algum imprevisto natural, com rio cheio, barreira ou
nova estrada, por exemplo, que impossibilite a passagem ou provoque
alguma alteraçao do roteiro, corre por conta dos concorrentes
procurar os meios que o conduzam o mais brevemente ao roteiro original.
Seus tempos ideais permanecerao os mesmos, desde que o imprevisto
tenha ocorrido a todos os pilotos da categoria. No caso do imprevisto
acontecer no meio de uma categoria, os PC's afetados por esta situaçao
devem ser cancelados para esta categoria, uma vez que nao houve
igualdade de condiçoes para todos os pilotos da categoria.
15.1.
No caso de impossibilidade de continuaçao no roteiro, por
açao de agentes externos a Prova, nao identificados em 16,
como proprietários dos caminhos ou autoridades policiais
serao anulados os PC's colocados além deste ponto, para as
categorias afetadas pelo ocorrido. A critério da Direçao
da Prova, e de acordo com as características do trajeto,
os PC's colocados além do neutro mais próximo, poderao
ser validados.
ALTERAÇOES
NA PROVA
16.
Em caso de mudança de horários por força maior
ou motivos técnicos, o Diretor de Prova e/ou organizador
deverá comunicar imediatamente, pelos meios disponíveis,
a todos os pilotos inscritos.
16.1.
Se por qualquer motivo de força maior, ou de segurança,
a Prova nao puder ser realizada, os Organizadores, Promotores, Patrocinadores
e a CBM, nao serao obrigados a nenhuma indenizaçao, além
da devoluçao das inscriçoes efetuadas.
APOIO
17.
Nas dificuldades, os concorrentes devidamente identificados poderao
ajudar-se na transposiçao de obstáculos. Exceto em
caso de risco de vida, nao será permitida a ajuda de pessoas
estranhas a Prova.
17.1.
Também nao será permitido que quaisquer concorrentes
sejam acompanhados por outras motos (inscritas na Prova ou nao),
com a finalidade de lhe prestar apoio físico ou de outra
espécie. Tal fato poderá ser comprovado pelos registros
de passagem nos PC's, ou pelos fiscais de PC's
17.2.
A nao observância deste artigo, implica na desclassificaçao
do(s) concorrente(s) faltoso(s).
CRONOMETRAGEM
- POSTOS DE CONTROLE
18.
A cronometragem será feita com base num horário padrao
chamado Hora Oficial de Prova
18.1.
A Hora Oficial de Prova deve ser apresentada para o competidor em
local visível pelo menos 1 hora antes da largada.
18.2.
O Horário oficial de prova deve ser sincronizado com a hora
do GPS, permitindo assim que os tempos registrados por GPS sejam
dados válidos como argumento de recursos e protestos para
casos de passagem ou nao nos Pcs.
18.3.
Os PC's serao colocados em pontos aleatórios do percurso,
de pouca visibilidade a distância e localizaçao conhecida
unicamente pela Direçao da Prova.
18.4.
PC deverá ser sinalizado por uma bandeira amarela, com dimensoes
mínimas iguais a 30x30 cm (trinta por trinta), que deverá
estar colocada no ponto de marcaçao da passagem dos concorrentes.
18.5.
Os concorrentes, ao avistarem a bandeira amarela, ou o "funil"
de chegada no PC (desde que estejam em seu roteiro atual), deverao
dirigir-se aos fiscais, em linha reta e sem parar ou apoiar-se em
qualquer obstáculo. No "funil", devem parar, se
assim o fiscal decidir, e terem seus tempos de passagem registrados,
somente prosseguindo após a liberaçao do fiscal.
18.6.
O concorrente terá seu tempo registrado, ao passar no ponto
que marca o local do PC.
18.7.
Só serao válidos os PC’s realizados por, no
mínimo, duas pessoas e utilizando-se de, no mínimo
um Coletor de Dados Eletrônico.
18.8.
Só serao válidos os PC’s realizados por, no
mínimo, duas pessoas e utilizando-se de, no mínimo
um Coletor de Dados Eletrônico homologado pela Diretoria Nacional
de Enduro de Regularidade da CBM. O coletor de dados deve Ter no
mínimo as seguintes características:
18.8.1.
Permita a impressao dos dados coletados (número do competidor
e hora) diretamente de sua memória através de impressora
conectada diretamente ao coletor de dados.
18.8.2.
O coletor de dados deve ter um mecanismo para que o sincronismo
dos relógios de todos coletores seja feito eletronicamente
18.8.3.
Erro no relógio menor do que 0.3 segundos em 24Hs e erro
menor do que 0.2 segundos no procedimento de ligar e/ou desligar
o equipamento
18.8.4.
Coletores Homologados pela CBM; Coletor Totem (Alexandre Chiarello
Bortot-ME)
18.9.
A segunda pessoa anotará manualmente apenas o número
da moto e a ordem que ela passou no PC. Caso uma moto tenha sido
anotada no papel e nao conste no coletor de dados, a direçao
de prova dará o tempo desta moto como sendo o tempo médio
entre a moto imediatamente anterior e posterior, a esta, na anotaçao
do coletor de dados eletrônico.
18.10.
Os PC's poderao ser de roteiro, ou de roteiro e tempo (mistos).
18.11.
PC de roteiro visa apenas confirmar a passagem do concorrente, dentro
de um intervalo de tempo definido. Será prioritariamente
usado em locais de difícil passagem, sujeitos a congestionamentos
e também onde haja possibilidade de se cortar caminho. Poderá
ser usado dentro de trecho de deslocamentos e será permitido
a anotaçao manual.
18.12.
O concorrente terá que chegar no PC, por caminho pertencente
ao roteiro e no sentido do deslocamento da Prova. Caso contrário,
perde os pontos relativos ao PC de roteiro.
18.13.
PC de roteiro vale 900 (novecentos) pontos fixos. Se o concorrente
nao passar por ele, ou adiantar-se mais do que 5' (cinco minutos),
ou atrasar-se mais do que 20' 05" (vinte minutos e cinco segundos),
ou chegar nele por caminho diferente ou de direçao oposta
ao roteiro, perde 900 (novecentos) pontos. Excetua-se neste caso,
o PC de vistoria, que é regulado conforme o item 8.7.
18.14.
O PC misto visa conferir a navegaçao (manutençao da
média) e será sempre, também de roteiro. Nao
há PC exclusivamente de tempo. O PC misto vale até
1.800 (mil e oitocentos) pontos, sendo 900 (novecentos) pelo roteiro
e 900 (novecentos) pela manutençao da média horária.
18.15.
O concorrente perde 1 (um) ponto por segundo de atraso em relaçao
a sua hora ideal de passagem pelo PC, descontada a tolerância
de 5" (cinco segundos). Além deste tempo de atraso e
até 20' 05" de atraso, serao imputados 900 (novecentos)
pontos fixos. Além de 20' 05" de atraso, ou nao passando
no PC, o concorrente perde 1.800 (mil e oitocentos) pontos.
18.16.
O concorrente perde 3 (tres) pontos por segundo de adianto em relaçao
a sua hora ideal de passagem pelo PC, sem margem de tolerância.
Além de 5' (cinco minutos) de adiantamento, o piloto perde
1.800 (mil e oitocentos) pontos. 18.17.
Resumo, para todas as categorias:
....- 5’ ou + Até... 0"... 0” a 5”...
6” até 15’ 05” ....15’ 06”
a 20’ 05” .......20’ 06” ou +
1.800..... 3 a 900 ..........0 ...........1 a 900 .....................900..........................
1.800
18.18.
A tolerância de passagem no PC (Posto de Cronometragem) será
de 5” (cinco segundos) por atraso. Para adiantamento na passagem,
nao existe tolerância.
18.19.
O PC poderá ser anulado para uma ou mais categorias.
18.20.
Para efeito de contagem de pontos perdidos, no caso de haver mais
de uma anotaçao de passagem, valerá a primeira passagem
do concorrente pelo PC.
18.21.
Cancelamento de PC.
18.21.1.
Se constatado erro na planilha (pela Organizaçao), somente
terá validade o PC localizado após o 2 PMM subseqüente.
Entende-se também como PMM os neutralizados técnicos.
Caso a organizaçao considere esta quantidade de PMM insuficiente,
poderá estender a nao validade dos PC's por mais alguns trechos.
18.21.2.
Caso ocorra bloqueio ou fechamento de um trecho da Prova, a Organizaçao
terá a faculdade de cancelar total ou parcialmente os PC's
do trecho. Este caso se aplica somente a problemas causados pela
Organizaçao da Prova, tais como referencia errada ou informaçoes
inverídicas, ou impedimento pelo proprietário de terrenos,
sítios, fazendas, etc.
18.21.3.
Considera-se erro de tempo acumulado para cancelamento de PC, somente
aquele erro anterior ao PC, sendo desconsiderado erro no fechamento
do PMM.
18.21.4.
A CBM reserva-se o direito de realizar, durante uma ou mais provas
deste Campeonato, um ou mais PCs totalmente eletrônico. As
regras a serem adotadas nestes PCs, serao estabelecidas em um adendo
a este regulamento e devidamente avisado no Regulamento Complementar
da prova. (somente com autorizaçao da maioria dos membros
da comissao nacional de enduro de regularidade, para devida homologaçao)
CLASSIFICAÇAO
E PONTUAÇAO
19.
A classificaçao na Prova, será feita por ordem crescente
de pontos perdidos durante a competiçao. A quem perder o
menor número de pontos, cabe o primeiro lugar, e assim sucessivamente.
19.1.
A classificaçao e pontuaçao do piloto em cada etapa
do Campeonato, será exclusivamente por categoria, nao havendo
classificaçao ou pontuaçao pelo geral da Prova.
19.2.
Para obter classificaçao na etapa, o piloto deverá
ter passado em pelo menos 50% (cinqüenta por cento) dos PC's
ativados, com pontuaçao igual ou inferior a 900 (novecentos)
pontos. Aos que nao obtiverem este desempenho, nao será atribuída
classificaçao na Prova ou pontuaçao para o Campeonato.
19.3.
Em caso de empate no total de pontos entre dois ou mais competidores,
o critério de desempate na etapa será:
a) Maior
número de PC’s com 0 (zero) ponto perdido.
b) Persistindo
o empate, deve-se passar para menor pontos nos PC's em ordem inversa,
do ultimo ao primeiro e assim sucessivamente.
c) Persistindo
o empate, a vitoria será dada ao piloto mais velho.
d) Persista
o empate será feito um sorteio público para identificar
o vencedor.
19.4.
A pontuaçao a ser atribuída aos pilotos:
1o -
25 pontos...... 9o - 12 pontos.... 17o - 04 pontos
2o -
22 pontos ....10o - 11 pontos ....18o - 03 pontos
3o -
20 pontos ....11o - 10 pontos ....19o - 02 pontos
4o -
18 pontos ....12o - 09 pontos ....20o - 01 pontos
5o -
16 pontos ....13o - 08 pontos
6o
- 15 pontos ....14o - 07 pontos
7o -
14 pontos ....15o - 06 pontos
8o -
13 pontos ....16o - 05 pontos
19.5.
Ao final do Campeonato, será proclamado Campeao, o piloto
que houver somado o maior número de pontos, em cada categoria.
19.6.
Em caso de empate no total de pontos entre dois ou mais competidores
de uma categoria, o critério de desempate para definir o
Campeao será: ? melhor colocaçao para quem tiver maior
número de primeiros lugares. Persistindo o empate, passa-se
a considerar o maior número de segundos lugares e assim sucessivamente.
Se mesmo assim persistir o empate, terá melhor classificaçao
o piloto que obtiver a melhor colocaçao nas etapas em ordem
inversa.
19.7.
O critério de descartes será N-4, isto é, descartar-se-á
os quatro piores resultados, das etapas, participadas ou nao.
19.8.
A Federaçao de cada estado organizador, poderá indicar
2 (dois) pilotos para ajudarem na organizaçao de sua prova.
A indicaçao deverá ser encaminhada a Diretoria Nacional
de Enduro de Regularidade da CBM, por escrito e obrigatoriamente,
até 12 horas antes do inicio da primeira prova deste campeonato.
Estes pilotos terao o papel de abrir e fechar cada etapa da prova.
A estes pilotos, para efeito de pontuaçao no campeonato,
serao computados os seus dois melhores resultados no ano. Fica limitado
em dois créditos por piloto, mesmo que este participe da
organizaçao de mais de duas etapas.
19.9.
Só será atribuída pontuaçao (dois melhores
resultados) ao piloto que participar, abrindo ou fechando a prova
que participou da organizaçao.
DEVERES
DO PILOTO
20.
É dever de todo piloto nas competiçoes:
20.1.
Manter o mais alto espírito desportivo para com os demais
concorrentes, antes, durante e após a competiçao.
20.2.
Respeitar todas as disposiçoes constantes no presente Regulamento,
no Regulamento Complementar e seus adendos, bem como as disposiçoes
do Código Brasileiro de Motociclismo e Código Nacional
de Trânsito.
DEVERES
DA ORGANIZAÇAO
21.
Sao deveres da organizaçao em cada etapa:
21.1.
Fornecer trecho específico para aferiçao da quilometragem
ou confeccionar a planilha sem média no primeiro trecho,
(deslocamento), o qual servirá como aferiçao.
21.2.
Pelo menos 15 minutos antes da divulgaçao dos resultados,
afixar os horários de passagem de cada categoria , ou distribuir
ficha individual de passagem de cada piloto, possibilitando aos
concorrentes, a conferencia dos lançamentos dos dados.
21.3.
Após a divulgaçao do resultado de cada categoria,
deverá apresentar ficha de desempenho da categoria, onde
conste os pontos perdidos de TODOS os pilotos em TODOS os PC's.
21.4.
A Organizaçao deve informar , até 60 (sessenta) minutos
antes da largada, o critério de médias, tempo seco
ou chuva.
21.5.
Entregar ao Comissário da CBM, os resultados da Prova na
seguinte forma:
21.5.1.
Ficha Técnica da Prova (Trechos e Posiçao dos PCs
com indicaçao do trecho e o Km do PC)
21.5.2.
Classificaçao das diversas categorias;
21.5.3.
Planilha de pontos perdidos das categorias, onde conste TODOS pontos
perdidos em TODOS os PC's, numa única folha;
21.5.4.
Fichas de inscriçao devidamente preenchidas.
21.5.5.
Tira do coletor de dados (listagem do número do competidor
e sua hora de passagem no PC impressa diretamente do coletor de
dados como descrito no item 19.8.1)
21.6.
Providenciar a abertura de todas as porteiras, cancelas e afins,
pertencentes ao roteiro, evitando assim, que somente o primeiro
piloto perca tempo nesta tarefa. Esta tarefa deverá ser feita
por membro da Organizaçao, que assume a condiçao de
"piloto zero".
21.7.
Entregar ao Comissário da CBM cópia dos ofícios
enviados pela Federaçao, as autoridades competentes informando
sobre a realizaçao do evento.
21.8.
Providenciar total e irrestrito acesso ao representante da Comissao
Nacional de Enduro da CBM, a apuraçao dos resultados de cada
etapa. Este Comissário deve ser informado de todos detalhes
da Organizaçao da Prova, incluindo acesso as anotaçoes
dos PCs (manuais e eletrônicos) desde o momento da chegada
destas informaçoes a central de apuraçao, até
as eventuais correçoes (devidamente fundamentada) que se
façam necessárias.
21.9.
Sinalizar de forma clara, os caminhos que nao possam ser facilmente
identificáveis por referencias na planilha.
21.10.
A Organizaçao da prova nao deve permitir a participaçao
de pilotos nao confederados. Caso isto ocorra, será penalizado
no valor de R$ 80,00 por cada piloto nao filiado a CBM.
21.11.
Disponibilizar para o comissário da CBM os “waypoint”
dos PCs no formato Track Maker (www.gtm.com.br) em uma mídia
tipo CD-ROM ou Pen-Drive. “Waypoint” é a coordenada
geográfica (latitude e longitude) de cada PC.
PENALIZAÇOES
22.
O clube e/ou federaçao que nao cumprir com os deveres estabelecidos
neste regulamento, poderao sofrer penalizaçoes pecuniárias
no valor de uma inscriçao para cada item nao realizado, até
a anulaçao de prova e consequente perda do direito de realizar
prova válida para o Campeonato Brasileiro no(s) ano(s) seguinte(s).
23.
É proibido qualquer movimento, pressao ou manifestaçao
dos pilotos, na véspera, no dia, ou após a competiçao,
contrário as decisoes dos Comissários Desportivos,
Organizadores e Representante da CBM, acerca da Prova ou Campeonato.
Tal atitude será punida com a suspensao do(s) faltoso(s)
por no mínimo uma Prova do Campeonato
23.1.
Nas Provas, os pilotos poderao ser penalizados pelas seguintes faltas:
e)
informaçao errada ou incompleta na ficha de inscriçao.............................................................desclassificaçao
f) manobras desleais contra outros concorrentes..........................................................................desclassificaçao
g) troca de moto ou piloto durante a Prova.....................................................................................desclassificaçao
h) alteraçao, supressao ou inclusao de inscritos no jaleco
e/ou adesivos oficiais......................desclassificaçao
i) cortar caminho por cima de plantaçoes, cortar cercar e
outros atos contra propriedade privada...300 pontos
j) ao chegar no PC (sentido correto), tentar de qualquer forma avisar
aos outros pilotos,
da localizaçao deste...............................................................................................desclassificaçao
k) passar pelo PC (em sentido correto) e retornar em sentido contrário
ao da Prova, pelo PC.......1.800 pontos
l) chegar no PC por sentido contrário ou por caminho diferente
do roteiro...........................................900 pontos
m) desrespeito as leis de trânsito............................................................................................................300
pontos
n) pilotagem perigosa, excesso de velocidade, exibicionismo, em
localidades habitadas, etc...........300 pontos
o) nao respeitar fila de chegada no PC....................................................................................................300
pontos
p) tumultuar o trabalho do PC com pedidos insistentes e reclamaçoes................................................300
pontos
q) parar no campo de visao do PC, a qualquer pretexto, mesmo por
tombo ou defeito mecânico,
ou ainda, andar em velocidade tao lenta que necessite apoiar o corpo
em algum obstáculo, ou colocar o(s) pé(s) no solo............anotaçao
imediata do tempo...............................................................................
+ 300 pontos
r) caso a Organizaçao exija a devoluçao da planilha
no final da Prova e o piloto nao o fizer...............300 pontos
s) a moto pilotada sem capacete pelo piloto, mecânico ou qualquer
pessoa durante a Prova. Entende-se Prova, a abertura do PC de vistoria
de largada até o encerramento do PC de chegada...................................300
pontos
t) o piloto conduzindo qualquer moto sem o uso adequado do capacete
durante a prova. Entende-se prova, desde a abertura do PC de vistoria
de largada até o encerramento do PC de chegada........................300
pontos
u) Passar no PC de LARGADA fora do horário ........................................................................................300
pontos
v) O piloto que sofrer duas desclassificaçoes, poderá,
a critério da Comissao de Enduro, ter suspensa sua participaçao
em Provas (do Campeonato e extras), pelo prazo de até um
ano
PREMIAÇOES
24.
Serao conferidos troféus para no mínimo 5 (cinco)
primeiros colocados de cada categoria. A premiaçao poderá
ser fornecida referente ao desempenho das 2 (duas) etapas, ou seja,
um troféu pelo somatório da colocaçao das duas
etapas. Se o enduro tiver mais de dois dias, os troféus poderao
ser entregues referentes a prova total.
24.1.
Em nenhuma hipótese, serao atribuídos premios em dinheiro
ou brindes valiosos.
RECLAMAÇOES
E PROTESTOS
25.
Reclamaçoes contra a Prova ou piloto, deverao ser entregues
por escrito a Organizaçao de acordo com os seguintes prazos
e devem estar acompanhados de valor igual a 1 (uma) taxa de inscriçao.
25.1.
Protestos ou recursos contra o resultado, deverao ser entregues
até 15 (quinze) minutos após a entrega da planilha
de pontos perdidos por categoria, ou em até 30 (trinta) dias,
no caso de divulgaçao dos resultados em data diferente ao
da Prova.
25.2.
Protestos ou recursos referentes a Planilha (mapa da prova), problemas
no roteiro como porteira fechada, indicaçoes de caminho duvidosas,
indicaçoes de caminho erradas, caminhos obstruídos,
atitudes anti-desportiva de algum competidor deverao ser entregues
até 30 (trinta) minutos após a chegada teórica
do competidor e impreterivelmente antes da entrega das planilhas
de pontos perdidos por categoria
25.3.
Durante os prazos acima, o diretor da prova e/ou comissários
desportivos deverao estar presentes no local do evento, a disposiçao
dos concorrentes, para recebimento de protestos/reclamaçoes.
25.4.
Se a Organizaçao nao puder dar soluçao ao protesto,
em até 30 (trinta) minutos após o prazo máximo
para recebimento dos mesmos, deverá ser marcada nova data
e local para entrega de resultados e troféus da categoria.
25.5.
Se o protesto for procedente, o valor depositado será devolvido
ao protestante, caso contrário, reverterá para a organizaçao
da prova.
25.6.
Caso o clube, (filiado e em dia com a Federaçao do seu estado)
ao qual o piloto que impetrou o recurso é filiado, nao concorde
com a decisao, poderá (até cinco dias úteis
após a divulgaçao do resultado) e mediante depósito
no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), recorrer a Comissao Nacional
de Enduro da CBM, estando esta comissao soberana para julgar tal
reclamaçao. O piloto e o clube deverao acatar o resultado
sem ter o direito de recorrer a justiça comum.
26.
O competidor poderá usar um os dados gravados por um GPS
como argumento de um protesto ou recurso contra a falta de registro
de tempo do competidor no PC ou contra a anotaçao de penalizaçao
de sentido contrário.
26.1.
O uso de GPS é opcional.
26.2.
O GPS deve ser configurado para gravar dados em intervalos de 1
em 1 segundo
26.3.
O dados do GPS devem ser entregues a organizaçao no formato
Track Maker (www.gtm.com.br) em uma mídia tipo CD-ROM ou
Pen-Drive.
26.4.
A CBM disponibiliza um computador para transferencia dos dados do
GPS mas competidor deve fornecer o cabo e programas auxiliares para
transferencia dos dados.
DISPOSIÇOES
GERAIS
27.
Os participantes correm por conta e risco próprios, nao se
responsabilizando a CBM, a Federaçao, os Organizadores, os
Promotores, os Patrocinadores, o Clube Organizador, autoridades
desportivas e pessoal em serviço na Prova, por qualquer acidente
que lhes venha a ocorrer.
27.1.
A apuraçao dos resultados será acompanhada pelo representante
da Comissao de Enduro da CBM.
27.2.
Todas as Provas serao supervisionadas por um comissário de
Enduro, nomeado pela CBM, e a este será facilitado o acesso
a todos os detalhes da Organizaçao da Prova
27.3.
Para que sejam autorizados a promover e/ou organizar novas competiçoes,
a Federaçao, os clubes e os organizadores deverao obedecer
a este Regulamento.
27.4.
Os casos dúbios, nao previstos, as dúvidas, incorreçoes
e divergencias na interpretaçao do presente Regulamento serao
decididos pelo comissário da CBM, pelo Diretor de Prova e
pelo representante da Federaçao organizadora.
COMPETENCIAS
28.
Compete ao Diretor de Prova:
a) decidir
pela escolha de médias entre tempo seco ou de chuva, se a
planilha possuir opçao;
b) decidir
pela validade ou nao, de PC situado após açao de agentes
nao naturais sobre concorrentes, descrito em 16.1;
c) decidir
pela aceitaçao ou nao, de recurso impetrado por concorrente,
contra outro concorrente;
d) desclassificar
piloto(s) por infraçao ao Regulamento;
e) decidir,
juntamente com o Comissário da CBM e o representante da Federaçao
organizadora, pela aceitaçao ou nao de recurso contra resultado;
29.
Compete ao Comissário de Enduro, nomeado pela CBM:
a) julgamento
de protestos contra a Prova e/ou Diretor;
b) julgamento
da validade ou nao da Prova para o Campeonato;
30.
Compete ao Juri de Prova, nomeado pela CBM (Comissario):
a) Julgamento
de protestos.
b) Cancelamento
de Pcs;
c) Julgamento
de desclassificaçoes e suspensoes dos pilotos;
d) Aplicar
puniçao a piloto que tenha cometido qualquer infraçao
aos Regulamentos.
MEMBROS
DA COMISSAO NACIONAL DE ENDURO / 2008:
Paulo
Henrique C. Melo (PI)
Diretor Nacional de Enduro de Regularidade CBM
presidente@fmponline.com.br
Marcos Grilo (ES)
Membro da Comissao Nacional de Enduro CBM
marco.grillo@hotmail.com
Alex da Silva Neves (RJ)
Membro da Comissao Nacional de Enduro CBM
alexneves@alexneves.com
Breno Moura Beltrao (AL)
Membro da Comissao Nacional de Enduro CBM
brenobeltrao@hotmail.com
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