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Pró Enduro
Levantamentos e Cronometragem.
Rua Nicolini, 178 - Mantena - MG
CEP 35290-000
(33) 8823-3877
Edimilson José Campos
 

REGULAMENTO do CAMPEONATO BRASILEIRO de ENDURO de REGULARIDADE

OBJETIVO

1. Este Regulamento destina-se a Provas de Enduro de Regularidade. O presente Regulamento é válido para todas as etapas do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade 2009.

DEFINIÇAO, ORGANIZAÇAO, PROMOÇAO E SUPERVISAO
2. A CBM fará realizar no ano de 2009, o Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade, que será disputado em 20 etapas.

REGULAMENTO COMPLEMENTAR
3. O Regulamento Complementar será confeccionado pela Direçao de cada etapa e deve ser submetido a aprovaçao da Comissao Nacional de Enduro. Deve ser divulgado até 10 dias antes da competiçao e nao pode conter normas que firam o Regulamento Geral do Campeonato.

Deve conter OBRIGATORIAMENTE:
3.1. Período, local e valor das inscriçoes;
3.2. Data, hora e local do sorteio e entrega da planilha;
3.3. Data, hora e local da largada (promocional e oficial), vistoria, chegada e divulgaçao do resultado;
3.4. Nome dos responsáveis pela Direçao e Organizaçao da Prova;
3.5. Penalizaçoes complementares, se necessárias, por problemas de segurança;
3.6. Membros do Júri de Prova, composto por;
01 Membro da CBM (presidente)
02 Membros da Federaçao
02 Membros do Clube organizador
(nao deverao fazer parte do júri os diretores de prova, organizadores)

É desejável que contenha:
3.7. Informaçoes a respeito de trechos específicos, testes especiais, etc;
3.8. Informaçoes sobre aferiçao da quilometragem (moto, equipamento, pressao dos pneus, etc);
3.9. Informar o nome do membro da organizaçao que irá participar do JP (Júri de Prova);
3.10. Local e hora (do primeiro concorrente), de abastecimento e neutro de almoço;
3.11. Informar o tipo de motocicleta que levantou o enduro.

PROVAS
4. Serao válidas pelo Campeonato Brasileiro de Enduro, as competiçoes indicadas pela CBM, e realizadas no Brasil.
4.1. Para serem consideradas válidas para cada uma das categorias no Campeonato Brasileiro as etapas indicadas deverao cumprir o que segue, para cada categoria:
4.1.1. Obedecer a este Regulamento e demais normas impostas pela CBM.
4.1.2. Nao poderá haver anulaçao, por motivos técnicos ou outros de mais do que 25% (vinte e cinco por cento) dos PC's ativados.
4.1.3. Por PC ativado, entende-se aquele em que tenha sido anotada a passagem de pelo menos um concorrente.
4.2. A apuraçao do resultado de cada etapa deverá ser, obrigatoriamente, informatizada com utilizaçao de
Sistema homologado pela Diretoria Nacional de Enduro de Regularidade da CBM e deve obrigatoriamente
dispor dos seguintes recursos:

4.2.1. Imprimir a partir do programa de apuraçao a lista das horas de passagem nos PC´s indicando quais registros estao inalterados e quais registros foram alterados durante o processo de apuraçao, permitindo assim auditoria já que é possível confrontar esta lista impressa pelo programa de apuraçao com as lista impressas diretamente da memória do coletor de dados
4.3. O Campeonato Brasileiro de Enduro 2007, somente será considerado concluído após a realizaçao de, no mínimo, 10 (dez) etapas.
4.4. Nao serao válidas etapas noturnas neste Campeonato.
4.5. A prova poderá ser realizada em vários dias, valendo uma etapa para cada dia.
4.5.1. Cada etapa deverá Ter, no mínimo, 10 PC's de tempo válidos.

CATEGORIAS
5. Todas as Provas serao disputadas em 5 (cinco) categorias: MASTER, SENIOR, OVER, JUNIOR e NOVATOS (válidas pelo Brasileiro).
GRADUAÇAO
Conforme a Federaçao de cada Estado, salvo condiçoes abaixo:
5.1. Os pilotos campeoes e vice-campeoes brasileiros, no ano imediatamente anterior, das categorias Senior, Júnior e Novatos, terao, obrigatoriamente de competir na categoria acima da que foi campeao, independentemente de idade ou de sua graduaçao em seu estado.
5.2. Os pilotos Master com idade acima de 35 anos, poderao optar em correr na categoria Senior, salvo condiçoes descritas no item 6.1.
5.3. A categoria OVER será constituída pelos pilotos maiores de 40 anos, completos antes do início do campeonato, esta categoria obedecer o critério idade, nao importado se tenha sido campeao nesta categoria ou em outra do campeonato.

INSCRIÇAO
6. Para pontuar nas Provas:
6.1. Todo piloto que concorrer nas provas do Campeonato Brasileiro pontuará automaticamente.
6.2. A Federaçao organizadora da prova, repassará a CBM R$ 17,00 (dezessete reais) por cada piloto inscrito na prova, cumulativamente ao alvará de prova no valor de R$ 700,00 (setecentos reais).
6.3. Ao assinarem a Ficha de Inscriçao, os pilotos eximem a CBM, o Clube Organizador, os promotores e patrocinadores da Prova de toda e qualquer responsabilidade por dano de qualquer espécie que venha a causar a terceiros e/ou a si próprio, antes, durante e após o desenrolar da competiçao.
6.4. Todos os pilotos inscritos na prova devem, obrigatoriamente, estar filiados a Federaçao organizadora e a CBM.

VISTORIA
7. O piloto deve apresentar-se com sua motocicleta no local reservado a vistoria, pelo menos 15 (quinze) minutos antes de sua hora ideal de largada., ou conforme estabelecido no Regulamento Complementar.
7.1. Para os pilotos, sao obrigatórios os seguintes itens: capacete, óculos ou viseiras, luvas, botas e roupas resistentes.
7.2. No capacete deverá estar escrito, em local visível e de forma legível, o nome do piloto, grupo sangüíneo e fator Rh.
7.3. A moto deve estar em bom estado mecânico, e sistema de escape com ruído dentro dos limites legais.
7.4. O chassi da motocicleta poderá ser lacrado na vistoria, para posterior conferencia do cumprimento do item "c" do art. 24.1.
7.5. Poderá haver postos de vistoria, ao longo do percurso da Prova.
7.6. A direçao de prova poderá impedir a largada, ou continuaçao na prova, de concorrente ou moto que nao apresentar-se em conformidade com o que estabelece este Regulamento.
7.7. Haverá PC de tempo ou de roteiro na vistoria, mas somente serao penalizados os concorrentes que se atrasarem, até um limite de 900 (novecentos) pontos que correspondem a mais de 15'05" de atraso, ou conforme previsto no regulamento complementar.
7.8. A Prova inicia-se no horário ideal do primeiro piloto ou na abertura do PC de vistoria da largada (se houver) e encerra-se somente após realizada a vistoria de chegada (entende-se por prova cada etapa)
7.9. O piloto poderá ser examinado clinicamente antes, durante e após a competiçao, estando sujeito a desclassificaçao da Prova, caso negue-se ao exame.
7.10. O piloto poderá trocar de moto entre uma etapa e outra. Deve fazer comunicaçao por escrito ao diretor de prova ou membro da Organizaçao da Prova e proceder a vistoria da nova moto.

ORDEM DE LARGADA

8. A ordem de largada será conhecida através de sorteio público semi-dirigido em data e local definidos no Regulamento Complementar. A ordem do sorteio, obedecerá as colocaçoes no atual campeonato, ou seja, serao sorteados os 5 primeiros colocados (de cada categoria) e a seguir os demais. Esta ordem deverá ser diferenciada entre as etapas. (ou invertendo a ordem de largada ou invertendo grupos de largada ou através de novo sorteio).
8.1. O intervalo de largada entre os concorrentes será definido pela Direçao de Prova, nao podendo ser inferior a um minuto para a categoria Master e nao inferior a 20 segundos para as demais categorias.
8.2. Deverao largar na ordem: MASTER, SENIOR, OVER, JUNIOR, NOVATOS e outras categorias.
8.3. A largada é de responsabilidade de cada participante, baseado na hora oficial e na lista de largada fornecida pela organizaçao da prova.
8.4. Em principio as largadas serao automáticas. Porém, quando o Regulamento Complementar informar que a Largada é Manual, a organizaçao colocará um PC de LARGADA (roteiro com tempo fixo) visando confirma a passagem do piloto no seu horário ideal de largada. Nao largar no horário ideal perde 300 pontos.

PLANILHAS
9. A planilha deverá fornecer: a quilometragem do trecho, a simbologia (indicaçoes do roteiro), a velocidade média horária de cada trecho, o tempo acumulado em cada PMM (Ponto de Mudança de Média) e as observaçoes pertinentes a cada caso, ESPECIALMENTE AS QUE INDIQUEM RISCOS PARA OS PILOTOS.
9.1. Por trecho, entende-se o percurso situado entre dois pontos onde o odômetro deva ser "zerado" e/ou a velocidade média seja alterada.
9.2. Serao fornecidas aos participantes, e somente a estes no início da Prova, com pelo menos 60 (sessenta) minutos de antecedencia a sua hora ideal de largada.
9.3. Nao poderao ser entregues de forma parcelada na competiçao.
9.4. Poderao conter médias para tempo seco e para chuva.
9.5. Serao em formato ROLL BOOK , de largura 57mm (a 2mm), com comprimento no mínimo de 25cm. Serao em formato ROLL BOOK de largura 57mm (a 2mm) sem emendas
9.6. A simbologia deverá ser simples e clara, procurando mostrar apenas o necessário a identificaçao do roteiro, obrigatoriamente na seqüencia Km, desenho referencia, valor, tempo, observaçoes.
9.7. Nos símbolos usados, a "bolinha", que identifica a posiçao do concorrente, estará sempre na posiçao inferior do diagrama.
9.8. Os ângulos da simbologia deverao representar com a melhor fidelidade possível, os ângulos reais das encruzilhadas e bifurcaçoes.
9.9. Os obstáculos que, por nao serem facilmente visíveis, possam representar perigo para os pilotos, devem, OBRIGATORIAMENTE, estar bem assinalados na planilha. Exemplo: arames esticados, cercas, cancelas, valas, galhos, etc.
9.10. A (s) entrada(s), desvios ou bifurcaçoes, de mesmo sentido que situar(em)-se a menos de 50 m de alguma entrada, desvio ou bifurcaçao pertencente ao roteiro (a ser referida na planilha) também deverao constar da planilha, sob pena de cancelamento do PC.
9.11. Os caracteres de indicaçao da quilometragem na planilha, devem ter o tamanho mínimo de 22 na fonte arial do Microsoft Word.
9.12. A Organizaçao da Prova poderá recolher a planilha no final da Prova, podendo o piloto sofrer penalizaçao de 300 pontos, desde de que devidamente avisado no Regulamento Complementar da prova

INDICAÇOES QUILOMÉTRICAS
10. As medidas serao sempre em KM (quilômetros), com subdivisao de 10 em 10 metros .
10.1. As indicaçoes quilométricas referem-se sempre a posiçao da bolinha, que é o local onde o levantador da prova estava na hora em que visualizou e desenhou a planilha. Este ponto dista cerca de 3 metros da referencia em questao. Por exemplo, no caso de um cruzamento, a bolinha é um ponto imaginário 3 metros antes do cruzamento. Este é o ponto exato de aferiçao do velocímetro, e calculo do PC, caso esteja nesta referencia. Os PC's que forem anotados fora deste ponto, deverao ter seu tempo corrigido para a nova referencia quilométrica. Isto deve ser observado, principalmente em referencias que envolvem áreas muito grandes, e ou médias horárias muito baixas.
10.2. As velocidades serao dadas em km/h (quilômetros por hora) e representadas por números inteiros.
10.3. A velocidade média máxima em estradas de terra nao poderá ser superior a 66 km/h , e em trechos de asfalto, 69 km/h , devendo-se evitar velocidades médias elevadas.

10.4. Em hipótese alguma a velocidade média exigida no trecho, poderá ser superior a permitida pelo Código de Trânsito para o local.
10.5. É proibido o uso de trajetos que conduzam aos concorrentes percorrerem o mesmo trecho simultaneamente em contramao, a nao ser em deslocamentos dentro de cidades ou estradoes.

IDENTIFICAÇAO DO PILOTO
11. Deverá ser feita através do jaleco (ou similar) numerado a ser fornecido pela Organizaçao, e por sua Carteira de Habilitaçao ou Identidade. O jaleco será facultativo. A Organizaçao da Prova poderá solicitar a devoluçao do jaleco no final da prova.
11.1. Em caso de ausencia ou má visibilidade da numeraçao oficial que identifica a moto ou o piloto, durante a competiçao, o concorrente assume o erro de tomada de tempo, ou inexistencia do registro de passagem nos Postos de Controle.
11.2. Na categoria máster os números dos pilotos sao fixo referente ao ano anterior.( Campeao corre com numero 01)

IDENTIFICAÇAO DA MOTO
12. Será feita através do numero do chassis e por numeraçao adesiva que deverá ser fornecida pelo Organizador.
12.1. A documentaçao da moto e do piloto é de única e exclusiva responsabilidade do concorrente ou piloto.

CONSTITUIÇAO DA PROVA
13. A Prova será constituída de trechos de regularidade, neutralizados, deslocamentos e testes especiais.
13.1. Trecho de regularidade é o que tem definida a velocidade média, e na qual cumpre ao piloto manter-se com a melhor precisao possível.
13.2. Neutralizado é um ponto do roteiro, em que é dado um tempo de parada para o piloto.
13.3. Deslocamento é um trecho em que é dado um tempo máximo para ser percorrido. Nele, nao há média horária definida, sendo normalmente usado para travessias de locais povoados, sendo contudo, para efeito de calculo deste tempo, um valor de, no máximo, equivalente a uma média de 30Km/h. Especialmente nestes trechos o piloto deve observar, rigorosamente, as leis de trânsito.
13.4. Em casos de deslocamentos em asfalto ou vias rápidas, deverao seguir as leis de trânsito vigentes no trajetos, com velocidade nunca superiores a 80Km/h.
13.5. Cada etapa do campeonato deverá ter, no mínimo, 5 horas de prova ou 150 Km de extensao.

TESTES ESPECIAIS
14. Poderao haver testes especiais de velocidade (TVE) e "Non Stop" (TNS) durante as competiçoes, mas nao serao válidos para pontuaçao no campeonato.

ALTERAÇOES NO ROTEIRO

15. No caso de algum imprevisto natural, com rio cheio, barreira ou nova estrada, por exemplo, que impossibilite a passagem ou provoque alguma alteraçao do roteiro, corre por conta dos concorrentes procurar os meios que o conduzam o mais brevemente ao roteiro original. Seus tempos ideais permanecerao os mesmos, desde que o imprevisto tenha ocorrido a todos os pilotos da categoria. No caso do imprevisto acontecer no meio de uma categoria, os PC's afetados por esta situaçao devem ser cancelados para esta categoria, uma vez que nao houve igualdade de condiçoes para todos os pilotos da categoria.
15.1. No caso de impossibilidade de continuaçao no roteiro, por açao de agentes externos a Prova, nao identificados em 16, como proprietários dos caminhos ou autoridades policiais serao anulados os PC's colocados além deste ponto, para as categorias afetadas pelo ocorrido. A critério da Direçao da Prova, e de acordo com as características do trajeto, os PC's colocados além do neutro mais próximo, poderao ser validados.

ALTERAÇOES NA PROVA

16. Em caso de mudança de horários por força maior ou motivos técnicos, o Diretor de Prova e/ou organizador deverá comunicar imediatamente, pelos meios disponíveis, a todos os pilotos inscritos.
16.1. Se por qualquer motivo de força maior, ou de segurança, a Prova nao puder ser realizada, os Organizadores, Promotores, Patrocinadores e a CBM, nao serao obrigados a nenhuma indenizaçao, além da devoluçao das inscriçoes efetuadas.

APOIO

17. Nas dificuldades, os concorrentes devidamente identificados poderao ajudar-se na transposiçao de obstáculos. Exceto em caso de risco de vida, nao será permitida a ajuda de pessoas estranhas a Prova.
17.1. Também nao será permitido que quaisquer concorrentes sejam acompanhados por outras motos (inscritas na Prova ou nao), com a finalidade de lhe prestar apoio físico ou de outra espécie. Tal fato poderá ser comprovado pelos registros de passagem nos PC's, ou pelos fiscais de PC's
17.2. A nao observância deste artigo, implica na desclassificaçao do(s) concorrente(s) faltoso(s).

CRONOMETRAGEM - POSTOS DE CONTROLE

18. A cronometragem será feita com base num horário padrao chamado Hora Oficial de Prova
18.1. A Hora Oficial de Prova deve ser apresentada para o competidor em local visível pelo menos 1 hora antes da largada.
18.2. O Horário oficial de prova deve ser sincronizado com a hora do GPS, permitindo assim que os tempos registrados por GPS sejam dados válidos como argumento de recursos e protestos para casos de passagem ou nao nos Pcs.
18.3. Os PC's serao colocados em pontos aleatórios do percurso, de pouca visibilidade a distância e localizaçao conhecida unicamente pela Direçao da Prova.
18.4. PC deverá ser sinalizado por uma bandeira amarela, com dimensoes mínimas iguais a 30x30 cm (trinta por trinta), que deverá estar colocada no ponto de marcaçao da passagem dos concorrentes.
18.5. Os concorrentes, ao avistarem a bandeira amarela, ou o "funil" de chegada no PC (desde que estejam em seu roteiro atual), deverao dirigir-se aos fiscais, em linha reta e sem parar ou apoiar-se em qualquer obstáculo. No "funil", devem parar, se assim o fiscal decidir, e terem seus tempos de passagem registrados, somente prosseguindo após a liberaçao do fiscal.
18.6. O concorrente terá seu tempo registrado, ao passar no ponto que marca o local do PC.
18.7. Só serao válidos os PC’s realizados por, no mínimo, duas pessoas e utilizando-se de, no mínimo um Coletor de Dados Eletrônico.
18.8. Só serao válidos os PC’s realizados por, no mínimo, duas pessoas e utilizando-se de, no mínimo um Coletor de Dados Eletrônico homologado pela Diretoria Nacional de Enduro de Regularidade da CBM. O coletor de dados deve Ter no mínimo as seguintes características:
18.8.1. Permita a impressao dos dados coletados (número do competidor e hora) diretamente de sua memória através de impressora conectada diretamente ao coletor de dados.
18.8.2. O coletor de dados deve ter um mecanismo para que o sincronismo dos relógios de todos coletores seja feito eletronicamente
18.8.3. Erro no relógio menor do que 0.3 segundos em 24Hs e erro menor do que 0.2 segundos no procedimento de ligar e/ou desligar o equipamento
18.8.4. Coletores Homologados pela CBM; Coletor Totem (Alexandre Chiarello Bortot-ME)
18.9. A segunda pessoa anotará manualmente apenas o número da moto e a ordem que ela passou no PC. Caso uma moto tenha sido anotada no papel e nao conste no coletor de dados, a direçao de prova dará o tempo desta moto como sendo o tempo médio entre a moto imediatamente anterior e posterior, a esta, na anotaçao do coletor de dados eletrônico.
18.10. Os PC's poderao ser de roteiro, ou de roteiro e tempo (mistos).
18.11. PC de roteiro visa apenas confirmar a passagem do concorrente, dentro de um intervalo de tempo definido. Será prioritariamente usado em locais de difícil passagem, sujeitos a congestionamentos e também onde haja possibilidade de se cortar caminho. Poderá ser usado dentro de trecho de deslocamentos e será permitido a anotaçao manual.
18.12. O concorrente terá que chegar no PC, por caminho pertencente ao roteiro e no sentido do deslocamento da Prova. Caso contrário, perde os pontos relativos ao PC de roteiro.
18.13. PC de roteiro vale 900 (novecentos) pontos fixos. Se o concorrente nao passar por ele, ou adiantar-se mais do que 5' (cinco minutos), ou atrasar-se mais do que 20' 05" (vinte minutos e cinco segundos), ou chegar nele por caminho diferente ou de direçao oposta ao roteiro, perde 900 (novecentos) pontos. Excetua-se neste caso, o PC de vistoria, que é regulado conforme o item 8.7.
18.14. O PC misto visa conferir a navegaçao (manutençao da média) e será sempre, também de roteiro. Nao há PC exclusivamente de tempo. O PC misto vale até 1.800 (mil e oitocentos) pontos, sendo 900 (novecentos) pelo roteiro e 900 (novecentos) pela manutençao da média horária.
18.15. O concorrente perde 1 (um) ponto por segundo de atraso em relaçao a sua hora ideal de passagem pelo PC, descontada a tolerância de 5" (cinco segundos). Além deste tempo de atraso e até 20' 05" de atraso, serao imputados 900 (novecentos) pontos fixos. Além de 20' 05" de atraso, ou nao passando no PC, o concorrente perde 1.800 (mil e oitocentos) pontos.
18.16. O concorrente perde 3 (tres) pontos por segundo de adianto em relaçao a sua hora ideal de passagem pelo PC, sem margem de tolerância. Além de 5' (cinco minutos) de adiantamento, o piloto perde 1.800 (mil e oitocentos) pontos. 18.17. Resumo, para todas as categorias:
....- 5’ ou + Até... 0"... 0” a 5”... 6” até 15’ 05” ....15’ 06” a 20’ 05” .......20’ 06” ou +
1.800..... 3 a 900 ..........0 ...........1 a 900 .....................900.......................... 1.800

18.18. A tolerância de passagem no PC (Posto de Cronometragem) será de 5” (cinco segundos) por atraso. Para adiantamento na passagem, nao existe tolerância.
18.19. O PC poderá ser anulado para uma ou mais categorias.
18.20. Para efeito de contagem de pontos perdidos, no caso de haver mais de uma anotaçao de passagem, valerá a primeira passagem do concorrente pelo PC.
18.21. Cancelamento de PC.
18.21.1. Se constatado erro na planilha (pela Organizaçao), somente terá validade o PC localizado após o 2 PMM subseqüente. Entende-se também como PMM os neutralizados técnicos. Caso a organizaçao considere esta quantidade de PMM insuficiente, poderá estender a nao validade dos PC's por mais alguns trechos.
18.21.2. Caso ocorra bloqueio ou fechamento de um trecho da Prova, a Organizaçao terá a faculdade de cancelar total ou parcialmente os PC's do trecho. Este caso se aplica somente a problemas causados pela Organizaçao da Prova, tais como referencia errada ou informaçoes inverídicas, ou impedimento pelo proprietário de terrenos, sítios, fazendas, etc.
18.21.3. Considera-se erro de tempo acumulado para cancelamento de PC, somente aquele erro anterior ao PC, sendo desconsiderado erro no fechamento do PMM.
18.21.4. A CBM reserva-se o direito de realizar, durante uma ou mais provas deste Campeonato, um ou mais PCs totalmente eletrônico. As regras a serem adotadas nestes PCs, serao estabelecidas em um adendo a este regulamento e devidamente avisado no Regulamento Complementar da prova. (somente com autorizaçao da maioria dos membros da comissao nacional de enduro de regularidade, para devida homologaçao)

CLASSIFICAÇAO E PONTUAÇAO
19. A classificaçao na Prova, será feita por ordem crescente de pontos perdidos durante a competiçao. A quem perder o menor número de pontos, cabe o primeiro lugar, e assim sucessivamente.
19.1. A classificaçao e pontuaçao do piloto em cada etapa do Campeonato, será exclusivamente por categoria, nao havendo classificaçao ou pontuaçao pelo geral da Prova.
19.2. Para obter classificaçao na etapa, o piloto deverá ter passado em pelo menos 50% (cinqüenta por cento) dos PC's ativados, com pontuaçao igual ou inferior a 900 (novecentos) pontos. Aos que nao obtiverem este desempenho, nao será atribuída classificaçao na Prova ou pontuaçao para o Campeonato.
19.3. Em caso de empate no total de pontos entre dois ou mais competidores, o critério de desempate na etapa será:
a) Maior número de PC’s com 0 (zero) ponto perdido.
b) Persistindo o empate, deve-se passar para menor pontos nos PC's em ordem inversa, do ultimo ao primeiro e assim sucessivamente.
c) Persistindo o empate, a vitoria será dada ao piloto mais velho.
d) Persista o empate será feito um sorteio público para identificar o vencedor.

19.4. A pontuaçao a ser atribuída aos pilotos:
1o - 25 pontos...... 9o - 12 pontos.... 17o - 04 pontos
2o - 22 pontos ....10o - 11 pontos ....18o - 03 pontos
3o - 20 pontos ....11o - 10 pontos ....19o - 02 pontos
4o - 18 pontos ....12o - 09 pontos ....20o - 01 pontos
5o - 16 pontos ....13o - 08 pontos
6o - 15 pontos ....14o - 07 pontos
7o - 14 pontos ....15o - 06 pontos
8o - 13 pontos ....16o - 05 pontos

19.5. Ao final do Campeonato, será proclamado Campeao, o piloto que houver somado o maior número de pontos, em cada categoria.
19.6. Em caso de empate no total de pontos entre dois ou mais competidores de uma categoria, o critério de desempate para definir o Campeao será: ? melhor colocaçao para quem tiver maior número de primeiros lugares. Persistindo o empate, passa-se a considerar o maior número de segundos lugares e assim sucessivamente. Se mesmo assim persistir o empate, terá melhor classificaçao o piloto que obtiver a melhor colocaçao nas etapas em ordem inversa.
19.7. O critério de descartes será N-4, isto é, descartar-se-á os quatro piores resultados, das etapas, participadas ou nao.
19.8. A Federaçao de cada estado organizador, poderá indicar 2 (dois) pilotos para ajudarem na organizaçao de sua prova. A indicaçao deverá ser encaminhada a Diretoria Nacional de Enduro de Regularidade da CBM, por escrito e obrigatoriamente, até 12 horas antes do inicio da primeira prova deste campeonato. Estes pilotos terao o papel de abrir e fechar cada etapa da prova. A estes pilotos, para efeito de pontuaçao no campeonato, serao computados os seus dois melhores resultados no ano. Fica limitado em dois créditos por piloto, mesmo que este participe da organizaçao de mais de duas etapas.
19.9. Só será atribuída pontuaçao (dois melhores resultados) ao piloto que participar, abrindo ou fechando a prova que participou da organizaçao.

DEVERES DO PILOTO
20. É dever de todo piloto nas competiçoes:
20.1. Manter o mais alto espírito desportivo para com os demais concorrentes, antes, durante e após a competiçao.
20.2. Respeitar todas as disposiçoes constantes no presente Regulamento, no Regulamento Complementar e seus adendos, bem como as disposiçoes do Código Brasileiro de Motociclismo e Código Nacional de Trânsito.

DEVERES DA ORGANIZAÇAO
21. Sao deveres da organizaçao em cada etapa:
21.1. Fornecer trecho específico para aferiçao da quilometragem ou confeccionar a planilha sem média no primeiro trecho, (deslocamento), o qual servirá como aferiçao.
21.2. Pelo menos 15 minutos antes da divulgaçao dos resultados, afixar os horários de passagem de cada categoria , ou distribuir ficha individual de passagem de cada piloto, possibilitando aos concorrentes, a conferencia dos lançamentos dos dados.
21.3. Após a divulgaçao do resultado de cada categoria, deverá apresentar ficha de desempenho da categoria, onde conste os pontos perdidos de TODOS os pilotos em TODOS os PC's.
21.4. A Organizaçao deve informar , até 60 (sessenta) minutos antes da largada, o critério de médias, tempo seco ou chuva.
21.5. Entregar ao Comissário da CBM, os resultados da Prova na seguinte forma:
21.5.1. Ficha Técnica da Prova (Trechos e Posiçao dos PCs com indicaçao do trecho e o Km do PC)
21.5.2. Classificaçao das diversas categorias;
21.5.3. Planilha de pontos perdidos das categorias, onde conste TODOS pontos perdidos em TODOS os PC's, numa única folha;
21.5.4. Fichas de inscriçao devidamente preenchidas.
21.5.5. Tira do coletor de dados (listagem do número do competidor e sua hora de passagem no PC impressa diretamente do coletor de dados como descrito no item 19.8.1)
21.6. Providenciar a abertura de todas as porteiras, cancelas e afins, pertencentes ao roteiro, evitando assim, que somente o primeiro piloto perca tempo nesta tarefa. Esta tarefa deverá ser feita por membro da Organizaçao, que assume a condiçao de "piloto zero".
21.7. Entregar ao Comissário da CBM cópia dos ofícios enviados pela Federaçao, as autoridades competentes informando sobre a realizaçao do evento.
21.8. Providenciar total e irrestrito acesso ao representante da Comissao Nacional de Enduro da CBM, a apuraçao dos resultados de cada etapa. Este Comissário deve ser informado de todos detalhes da Organizaçao da Prova, incluindo acesso as anotaçoes dos PCs (manuais e eletrônicos) desde o momento da chegada destas informaçoes a central de apuraçao, até as eventuais correçoes (devidamente fundamentada) que se façam necessárias.
21.9. Sinalizar de forma clara, os caminhos que nao possam ser facilmente identificáveis por referencias na planilha.
21.10. A Organizaçao da prova nao deve permitir a participaçao de pilotos nao confederados. Caso isto ocorra, será penalizado no valor de R$ 80,00 por cada piloto nao filiado a CBM.
21.11. Disponibilizar para o comissário da CBM os “waypoint” dos PCs no formato Track Maker (www.gtm.com.br) em uma mídia tipo CD-ROM ou Pen-Drive. “Waypoint” é a coordenada geográfica (latitude e longitude) de cada PC.

PENALIZAÇOES
22. O clube e/ou federaçao que nao cumprir com os deveres estabelecidos neste regulamento, poderao sofrer penalizaçoes pecuniárias no valor de uma inscriçao para cada item nao realizado, até a anulaçao de prova e consequente perda do direito de realizar prova válida para o Campeonato Brasileiro no(s) ano(s) seguinte(s).
23. É proibido qualquer movimento, pressao ou manifestaçao dos pilotos, na véspera, no dia, ou após a competiçao, contrário as decisoes dos Comissários Desportivos, Organizadores e Representante da CBM, acerca da Prova ou Campeonato. Tal atitude será punida com a suspensao do(s) faltoso(s) por no mínimo uma Prova do Campeonato
23.1. Nas Provas, os pilotos poderao ser penalizados pelas seguintes faltas:
e) informaçao errada ou incompleta na ficha de inscriçao.............................................................desclassificaçao
f) manobras desleais contra outros concorrentes..........................................................................desclassificaçao
g) troca de moto ou piloto durante a Prova.....................................................................................desclassificaçao
h) alteraçao, supressao ou inclusao de inscritos no jaleco e/ou adesivos oficiais......................desclassificaçao
i) cortar caminho por cima de plantaçoes, cortar cercar e outros atos contra propriedade privada...300 pontos
j) ao chegar no PC (sentido correto), tentar de qualquer forma avisar aos outros pilotos,
da localizaçao deste...............................................................................................desclassificaçao
k) passar pelo PC (em sentido correto) e retornar em sentido contrário ao da Prova, pelo PC.......1.800 pontos
l) chegar no PC por sentido contrário ou por caminho diferente do roteiro...........................................900 pontos
m) desrespeito as leis de trânsito............................................................................................................300 pontos
n) pilotagem perigosa, excesso de velocidade, exibicionismo, em localidades habitadas, etc...........300 pontos
o) nao respeitar fila de chegada no PC....................................................................................................300 pontos
p) tumultuar o trabalho do PC com pedidos insistentes e reclamaçoes................................................300 pontos
q) parar no campo de visao do PC, a qualquer pretexto, mesmo por tombo ou defeito mecânico,
ou ainda, andar em velocidade tao lenta que necessite apoiar o corpo em algum obstáculo, ou colocar o(s) pé(s) no solo............anotaçao imediata do tempo............................................................................... + 300 pontos
r) caso a Organizaçao exija a devoluçao da planilha no final da Prova e o piloto nao o fizer...............300 pontos
s) a moto pilotada sem capacete pelo piloto, mecânico ou qualquer pessoa durante a Prova. Entende-se Prova, a abertura do PC de vistoria de largada até o encerramento do PC de chegada...................................300 pontos
t) o piloto conduzindo qualquer moto sem o uso adequado do capacete durante a prova. Entende-se prova, desde a abertura do PC de vistoria de largada até o encerramento do PC de chegada........................300 pontos
u) Passar no PC de LARGADA fora do horário ........................................................................................300 pontos
v) O piloto que sofrer duas desclassificaçoes, poderá, a critério da Comissao de Enduro, ter suspensa sua participaçao em Provas (do Campeonato e extras), pelo prazo de até um ano

PREMIAÇOES
24. Serao conferidos troféus para no mínimo 5 (cinco) primeiros colocados de cada categoria. A premiaçao poderá ser fornecida referente ao desempenho das 2 (duas) etapas, ou seja, um troféu pelo somatório da colocaçao das duas etapas. Se o enduro tiver mais de dois dias, os troféus poderao ser entregues referentes a prova total.
24.1. Em nenhuma hipótese, serao atribuídos premios em dinheiro ou brindes valiosos.

RECLAMAÇOES E PROTESTOS
25. Reclamaçoes contra a Prova ou piloto, deverao ser entregues por escrito a Organizaçao de acordo com os seguintes prazos e devem estar acompanhados de valor igual a 1 (uma) taxa de inscriçao.
25.1. Protestos ou recursos contra o resultado, deverao ser entregues até 15 (quinze) minutos após a entrega da planilha de pontos perdidos por categoria, ou em até 30 (trinta) dias, no caso de divulgaçao dos resultados em data diferente ao da Prova.
25.2. Protestos ou recursos referentes a Planilha (mapa da prova), problemas no roteiro como porteira fechada, indicaçoes de caminho duvidosas, indicaçoes de caminho erradas, caminhos obstruídos, atitudes anti-desportiva de algum competidor deverao ser entregues até 30 (trinta) minutos após a chegada teórica do competidor e impreterivelmente antes da entrega das planilhas de pontos perdidos por categoria
25.3. Durante os prazos acima, o diretor da prova e/ou comissários desportivos deverao estar presentes no local do evento, a disposiçao dos concorrentes, para recebimento de protestos/reclamaçoes.
25.4. Se a Organizaçao nao puder dar soluçao ao protesto, em até 30 (trinta) minutos após o prazo máximo para recebimento dos mesmos, deverá ser marcada nova data e local para entrega de resultados e troféus da categoria.
25.5. Se o protesto for procedente, o valor depositado será devolvido ao protestante, caso contrário, reverterá para a organizaçao da prova.
25.6. Caso o clube, (filiado e em dia com a Federaçao do seu estado) ao qual o piloto que impetrou o recurso é filiado, nao concorde com a decisao, poderá (até cinco dias úteis após a divulgaçao do resultado) e mediante depósito no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), recorrer a Comissao Nacional de Enduro da CBM, estando esta comissao soberana para julgar tal reclamaçao. O piloto e o clube deverao acatar o resultado sem ter o direito de recorrer a justiça comum.
26. O competidor poderá usar um os dados gravados por um GPS como argumento de um protesto ou recurso contra a falta de registro de tempo do competidor no PC ou contra a anotaçao de penalizaçao de sentido contrário.
26.1. O uso de GPS é opcional.
26.2. O GPS deve ser configurado para gravar dados em intervalos de 1 em 1 segundo
26.3. O dados do GPS devem ser entregues a organizaçao no formato Track Maker (www.gtm.com.br) em uma mídia tipo CD-ROM ou Pen-Drive.
26.4. A CBM disponibiliza um computador para transferencia dos dados do GPS mas competidor deve fornecer o cabo e programas auxiliares para transferencia dos dados.

DISPOSIÇOES GERAIS
27. Os participantes correm por conta e risco próprios, nao se responsabilizando a CBM, a Federaçao, os Organizadores, os Promotores, os Patrocinadores, o Clube Organizador, autoridades desportivas e pessoal em serviço na Prova, por qualquer acidente que lhes venha a ocorrer.
27.1. A apuraçao dos resultados será acompanhada pelo representante da Comissao de Enduro da CBM.
27.2. Todas as Provas serao supervisionadas por um comissário de Enduro, nomeado pela CBM, e a este será facilitado o acesso a todos os detalhes da Organizaçao da Prova
27.3. Para que sejam autorizados a promover e/ou organizar novas competiçoes, a Federaçao, os clubes e os organizadores deverao obedecer a este Regulamento.
27.4. Os casos dúbios, nao previstos, as dúvidas, incorreçoes e divergencias na interpretaçao do presente Regulamento serao decididos pelo comissário da CBM, pelo Diretor de Prova e pelo representante da Federaçao organizadora.

COMPETENCIAS
28. Compete ao Diretor de Prova:
a) decidir pela escolha de médias entre tempo seco ou de chuva, se a planilha possuir opçao;
b) decidir pela validade ou nao, de PC situado após açao de agentes nao naturais sobre concorrentes, descrito em 16.1;
c) decidir pela aceitaçao ou nao, de recurso impetrado por concorrente, contra outro concorrente;
d) desclassificar piloto(s) por infraçao ao Regulamento;
e) decidir, juntamente com o Comissário da CBM e o representante da Federaçao organizadora, pela aceitaçao ou nao de recurso contra resultado;

29. Compete ao Comissário de Enduro, nomeado pela CBM:
a) julgamento de protestos contra a Prova e/ou Diretor;
b) julgamento da validade ou nao da Prova para o Campeonato;

30. Compete ao Juri de Prova, nomeado pela CBM (Comissario):
a) Julgamento de protestos.
b) Cancelamento de Pcs;
c) Julgamento de desclassificaçoes e suspensoes dos pilotos;
d) Aplicar puniçao a piloto que tenha cometido qualquer infraçao aos Regulamentos.

MEMBROS DA COMISSAO NACIONAL DE ENDURO / 2008:

Paulo Henrique C. Melo (PI)
Diretor Nacional de Enduro de Regularidade CBM
presidente@fmponline.com.br

Marcos Grilo (ES)
Membro da Comissao Nacional de Enduro CBM
marco.grillo@hotmail.com

Alex da Silva Neves (RJ)
Membro da Comissao Nacional de Enduro CBM
alexneves@alexneves.com

Breno Moura Beltrao (AL)
Membro da Comissao Nacional de Enduro CBM
brenobeltrao@hotmail.com